Homeopatia e Alopatia




ALOPATIA e HOMEOPATIA


terça-feira, 24 de agosto de 2010

História da Homeopatia

HOMEOPATIA, um pouco de história 


Os princípios homeopáticos foram determinados por Samuel Hahnemann no final do século XVIII, e foram baseados na cura pelo semelhante (Similia Similibus Curantur), isto é, uma substância capaz de produzir determinada alteração (sintoma) em um indivíduo saudável, teria a capacidade de curar esta alteração, em uma condição de doença, quando dada em doses pequenas.
Samuel Hahnemann nasceu em Meissen, pequena cidade alemã em 1755. Formou-se em Medicina em 1779. De Hipócrates estudou os fenômenos vitais, de Paracelso o princípio a Similia Similibus Curantur e, de Platão a alma como causa da vida. Mas, foi estudando a Matéria Médica de Cullen, em 1790 que resolveu testar em si próprio as propriedades da China officinalis (retirada da casca de arbustos chamados Rubiáceas), indicada para curar febre por ser capaz de produzir febre. A cada dose ingerida um acesso de febre intermitente o assaltava. Este fato o impressionou de tal forma, que começou a registrar observações sobre o efeito das substâncias no corpo de outras pessoas, como continuou a fazer experiências no próprio corpo com diferentes medicamentos.
Em 1810 publicou seu livro mestre, chamado "O Organon da Ciência Médica Racional" , que foi aperfeiçoado em 1819, mudando o nome para "O Organon da Arte de Curar".
Estava assim criada a Homeopatia !
No Brasil, se fala em Homeopatia desde 1818 porém, só em 1840, através do Dr. Bento Mure, médico francês, é que se iniciou sua propagação no Rio de Janeiro.
Em 1843 fundou-se o Instituto Homeopático do Brasil. Porém, só em 1980, é que a Homeopatia foi reconhecida pelo Conselho Federal de Medicina e, em 1990, passou a constar do Conselho de Especialidades Médicas da Associação Médica Brasileira, deixando assim de fazer parte das terapias alternativas.
Consultando um Homeopata 
Muita gente se interessa em saber como deveria se portar numa consulta a um homeopata. Este texto pode auxilia-lo. É muito importante que você explique correta e detalhadamente os seus sintomas. Para isso, você precisa observar seu organismo.
Nosso corpo transmite informações importantes, que demonstram nossa maneira peculiar de ser. Procure não se censurar ao relatar um sintoma. Um sintoma pode ser estranho, mas pode também ser peculiar a determinados remédios. A Homeopatia se baseia na semelhança entre os sintomas que os pacientes manifestam, e aqueles sintomas que os medicamentos produzem no homem que os experimentou.
É fundamental que você procure relatar todos os sintomas, tanto quanto a melhora ou piora.
Antes de ir ao consultório, faça um resumo de seus sintomas, de como são e de que modo eles aparecem, melhoram ou pioram.
Siga o seguinte roteiro:
  • Em relação ao horário, que parte do dia, tarde, noite eles aparecem?
  • Observe a intolerância ou a melhora dos sintomas em relação às mudanças climáticas, ao sol, ao vento, à chuva, à umidade, aos golpes de ar, aos lugares quentes e fechados;
  • Anote a relação de movimento ou repouso com os sintomas. Eles pioram ou melhoram ao exercitar-se, no início do movimento, após mover-se, subindo, descendo;
  • Analise a posição em que os sintomas aparecem, melhoram ou pioram. Em pé, sentado, deitado, deitado sobre os lados;
  • Observe os estímulos externos. O tocar, esfregar, apertar, a claridade, os barulhos, música, conversa, odores; 
  • Em relação às refeições, antes, durante, e após. Alimentos frios, quentes, engolir sólidos, líquidos, em seco. Desejos, aversões, e intolerância aos alimentos ácidos, gorduras, amido, sal, salgados, doces, açúcar, vegetais, leite, ovos, carne, queijos, cebolas, álcool, cervejas, vinhos, café, chá, drogas, etc... 
  • Em relação à sede, qual a quantidade, freqüência, temperatura dos líquidos para beber; 
  • Observe seu sono. Tem dificuldades para dormir ? Qual o tipo de sono? E o estado de humor, antes, durante, ao acordar, posição para dormir, sonhos, etc;
  • Em relação à menstruação, quais sintomas aparecem antes, durante, e depois. Características da menstruação como aspecto, regularidade, duração, quantidade do fluxo, etc; 
  • Em relação à transpiração, quais os locais de transpiração, a temperatura do suor, os momentos em que transpira mais, a cor do suor, manchas na roupa, etc; 
  • Com relação à vida sexual, dificuldades, dores, realização; 
  • Com relação às eliminações, evacuações, micção, corrimentos. Observar a freqüência, o aspecto e dificuldades para eliminar. 
Tente se lembrar dos sintomas na ordem cronológica dos acontecimentos.
Os sintomas mentais são de extrema importância na prescrição homeopática. Tente fazer um retrospecto de sua vida. Como foi sua infância, como era seu temperamento, suas inseguranças, ansiedades, medos. No relato de sua adolescência, são importantes suas eventuais alterações de temperamento nesta época.
Que momentos foram difíceis para você? A perda de alguém muito importante, uma mágoa, uma frustração.
O tratamento homeopático é contínuo. Quando você começa a tomar o remédio é preciso perceber as alterações de cada sintoma. É por isso que as consultas devem ser periódicas. Só assim seu médico poderá avaliar se seus sintomas estão seguindo o caminho correto de cura. Você pode fazer anotações sobre seu estado de saúde. Depois quando seu médico indagar sobre seus sintomas, você saberá responder com acerto.

Diferença entre Homeopatia e Alopatia

O momento em que a doença afeta nossos filhos é o de maior preocupação para nós que somos pais e mães. Logo queremos levá-los ao médico para que receite algum medicamento que os livre "daquele mal".


Você sabe a diferença entre elas?

Quando ouvi falar sobre homeopatia pela primeira vez, imaginei ser algo como "remédio de curandeiro" ou uma "simpatia" e nem dei muita bola...huahuahuahuahuauha

Conversando, certa vez, como amiga que cursava faculdade de "Farmácia" ela me explicou de forma simples e clara que:

- Homeopatia é o tratamento feito com substâncias "iguais" às da doença, buscando combater a doença como um todo.
- Alopatia é o tratamento feito com substâncias "opostas" às da doença, que busca combater os sintomas das doenças.

Depois, pesquisando mais e lendo sobre o assunto percebi que na Homeopatia, o remédio é indicado para cada pessoa, conforme ela "leva sua vida" também.

Por exemplo: Tenho um filho, muito timido e instrospectivo, que teve vários episódios de tosse noturna, tosse repetida e que fazia ele ficar sem ar. Esse episódio se repetia sempre entre 0 horas e 2 da manhã. Depois de feita essa análise, o médico receitou-lhe 
Lachesis CH6 (CH6 indica a potencia do remédio, quanto maior esse numero, maior o grau de diluição e maior a "força" do remédio) e bastava administrar cinco gotinhas do remédio que em menos de 5 minutos, meu filho parava de tossir, era incível!

Já na alopatia, não existe essa análise do paciente e das circunstância, mas apenas dos sintomas, que são, cada um, combatidos separadamente.

Quanta vezes fomos ao médico com uma gripe forte e este nos indicou: anti-termico, anti-gripal e um anti-biotico, cada um para tomar em um horário, mas tudo junto para fazer o efeito em cada sintoma?

Tenho em minha familia, casos de asma, e minha filha mais velha teve seu primeiro episódio de asma quando completou um ano de idade. Descobri a homeopatia quando ela fez quatro anos. No período em que eu utilizava a alopatia, ele tinha crises de asma, a cada 6 meses pelo menos. Depois que comecei a tratá-la com homeopatia (fiz um único tratamento de 15 dias) ela nunca mais teve nada. Vai fazer 7 anos daqui 3 meses.

A maior critica de "médicos tradicionais" à homeopatia é a grande quantidade de diluição que é feita nas soluções. Eles alegam que o efeito dela é como o efeito placebo.

Lendo sobre o assunto, eu não tive certeza sobre a eficácia da Homeopatia, mas resolvi tentar pelos beneficios, por não querer administrar drogas cheias de efeitos colaterais em meus filhos, porque sei que no futuro, isso fará uma diferença enorme na vida deles.

Objetivo do trabalho


 Um dos objetivos deste trabalho é tratar sobre um conteúdo  trabalhado na disciplina de Química , no Ensino Médio, utilizando o computador como instrumento para leitura, visualização de ilustrações ecomo potencial recurso para ampliar o conhecimento sobre o assunto através da visita a outros sites.
   Outro objetivo do trabalho, tão importante, quanto o primeiro, é adicionar ao estudo de Homeopatia e Alopatia assuntos referentes ao mesmo, buscando despertar a curiosidade do estudante para buscar mais e aprender mais sobre este importante conteúdo, que, muitas vezes não tem a merecida atenção no Ensino Médio. 

segunda-feira, 9 de agosto de 2010

Alopatia

Alopatia é um termo atribuído a Christian Friedrich Samuel Hahnemann (1755-1843), considerado o Pai da Homeopatia, para descrever técnicas de tratamento que sigam o princípio "Contraria contrariis curantur" que seria oposto ao "Similia similibus curantur" (semelhantes são curados por semelhantes), base terapêutica da homeopatia.
Fora do contexto de oposição à homeopatia, o termo geralmente se refere à medicina atual, ou convencional, de bases científicas, em contraste à medicina alternativa.

Homeopatia

Homeopatia  é um termo criado por Christian Friedrich Samuel Hahnemann (1755-1843) para designar uma terapia alternativa que se baseia no princípio similia similibus curantur ("os semelhantes curam-se pelos semelhantes"). Confunde-se-a com a fitoterapia, por conta dos produtos usados em suas formulações, embora ambas tenham corpo ideológico e metodologia essencialmente distintos.


De fato, o tratamento homeopático consiste em fornecer a um paciente sintomático doses extremamente pequenas dos agentes que produzem os mesmos sintomas em pessoas saudáveis, expostas a quantidades maiores. Desse modo, o sistema de cura natural da pessoa seria estimulado a estabelecer uma reação de restauração da saúde por suas próprias forças, de dentro para fora. O medicamento homeopático é preparado em um processo que consiste em diluição sucessiva da substância, sucussão e "dinamização" (ou "potencialização"), em uma série de passos.
Homeopatia não se acha pacificamente inserida como especialidade médica em todos os países. Mesmo aqueles que lhe conferem alguma aceitação oferecem-lhe certas restrições, ou de natureza institucional (as comunidades científico-médicas, os conselhos ou as ordens médicas etc.) ou de cunho legal (as disposições normativas pertinentes na ordem jurídico-política de cada país). Consideram-se questionáveis, sob a óptica da metodologia científica vigente, tanto o princípio como as técnicas, que deveriam ser provados e aprovados segundo os cânones do método científico moderno. Em particular, citam-se:

1.Os altos níveis de diluição (variando de acordo com o medicamento), que conduziriam eventualmente à ineficácia por efetiva inexistência de princípio ativo (os homeopáticos são tão diluidos que, em doses comuns, chega a ser impossível haver uma única molécula do princípio ativo em toda a solução);

2.A escassez de estudos acadêmico-científicos específicos, em particular os que comprovem a eficácia de tal método (sobretudo estudos de duplo-cego);

3.O grande número de estudos científicos ortodoxos com resultados negativos — a concluirem pela ineficácia da homeopatia.

No Brasil, é considerada especialidade médica desde 1980 e é utilizada pelo Sistema Único de Saúde desde 2006, além de ser uma das práticas alternativas recomendadas pela Organização Mundial de Saúde – OMS.